Pequena história de amor
Era uma vez...
...um urso velho e rabugento chamado Rabouthy
Chegado o inverno, como fazia todo ano, resmungou, para não perder o hábito, e enrodilhou-se no fundo de uma caverna, preparando-se para o longo período de inércia.
De repente, em meio ao sono inquieto de Rabouthy surge um pequenino mas fulgurante raio de sol que vai pousar, doce e terno, sobre o seu poderoso peito, aquecendo-lhe, rapidamente, o coração. Ele curte aquele delicioso calor com toda a intensidade de que é capaz e, no momento seguinte está lá fora, correndo pelos campos floridos, em plena Primavera, à procura de mel, sempre acompanhado de seu pequenino e fulgurante raio de sol,. Toda vez que Rabouthy tenta tocá-lo, ele escapa ligeiro. E mais continua a aquecer o coração do urso.
Quando Rabouthy dá por si, caminha em círculos e só pára ao bater com a cabeça na dura e fria neve que fecha a saída, impedindo-lhe a passagem.
Custa muito a entender o que acontece, pois é lenta a percepção de ursos velhos e rabugentos. Resmunga, desta vez tristemente, enrosca-se no fundo da caverna e volta a dormir.
Ao acordar, na Primavera, Rabouthy corre pelos campos floridos a procura de mel. Do lado esquerdo do peito, na cor amarela, ele traz a marca dourada de um pequenino e fulgurante raio de sol, que o acompanhará pelo resto da vida.
Era uma vez...
...um urso velho e rabugento chamado Rabouthy
Chegado o inverno, como fazia todo ano, resmungou, para não perder o hábito, e enrodilhou-se no fundo de uma caverna, preparando-se para o longo período de inércia.
De repente, em meio ao sono inquieto de Rabouthy surge um pequenino mas fulgurante raio de sol que vai pousar, doce e terno, sobre o seu poderoso peito, aquecendo-lhe, rapidamente, o coração. Ele curte aquele delicioso calor com toda a intensidade de que é capaz e, no momento seguinte está lá fora, correndo pelos campos floridos, em plena Primavera, à procura de mel, sempre acompanhado de seu pequenino e fulgurante raio de sol,. Toda vez que Rabouthy tenta tocá-lo, ele escapa ligeiro. E mais continua a aquecer o coração do urso.
Quando Rabouthy dá por si, caminha em círculos e só pára ao bater com a cabeça na dura e fria neve que fecha a saída, impedindo-lhe a passagem.
Custa muito a entender o que acontece, pois é lenta a percepção de ursos velhos e rabugentos. Resmunga, desta vez tristemente, enrosca-se no fundo da caverna e volta a dormir.
Ao acordar, na Primavera, Rabouthy corre pelos campos floridos a procura de mel. Do lado esquerdo do peito, na cor amarela, ele traz a marca dourada de um pequenino e fulgurante raio de sol, que o acompanhará pelo resto da vida.

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